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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Hoje não vamos falar de “ adoção “, vamos falar de “ Perdão” por Tosca Guglielmi

Olá queridos e queridas! Hoje não vamos falar de “ adoção “, vamos falar de “ Perdão”.
Uma palavra tão forte e tão importante que deveríamos colocar em prática. Não só neste época de Natal que os sentimentos ficam mais em evidência mas que isto torne corriqueiro para nossa mudança pessoal e crescimento espiritual.
Sempre é tempo para mudarmos.
Desculpem o transtorno, estamos em construção".
Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos.
Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos.
Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos.
Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe. E, assim, vamos causando transtornos.
Esses transtornos tantos mostram que não estamos prontos, mas em construção.
Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.
O outro também está em construção e também causa transtornos.
E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca. Outras vezes, é a cal ou o cimento que suja nosso rosto.
E quando não é um, é outro. E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer.
Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros.
Esta é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram. A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão.
Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários.
Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante. Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado. E será um desperdício.
O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão.
Se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos...
Estou em construção!"
Gabriel Chalita
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

TEMA DOÇÃO: A dor de uma espera III - por Tosca Guglielmi



Tem dias que me sinto muito triste!
Não é fácil sentir saudades de uma criança que você nem sabe como é mas já me considero mãe!
Não é fácil ver uma mãe passeando com seu filho ( a ), ou fazendo aquelas coisas corriqueiras tipo: levar para escola, shopping, dentista, médico e etc.E eu me pergunto:  Quando? Como será? Será que vai acontecer mesmo este milagre de Deus?
Esta semana o negócio foi tenso! Já ouvi que não consegui ter família! Ter filhos!
Mas o que vem a ser família?

Designa-se por família o conjunto de pessoas que possuem grau de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. Uma família tradicional é normalmente formada pelo pai e mãe, unidos por matrimônio ou união de fato, e por um ou mais filhos, compondo uma família nuclear ou elementar.


Mas toda família tem que ser tradicional? Para mim não! Uma família pode ser somente a mãe e os filhos! O pai e os filhos! Ou o marido e a esposa! Ai então não é tradicional? E precisa ser tradicional?

Acredito que não pois, nem toda a mãe pode ou quer ter filhos do modo tradicional.
No meu caso por exemplo.
E o amor tem que ser tradicional?
Quero dizer que amamos somente os filhos que vem do nosso ventre?
Nada a ver né gente!
Desculpem pelo desabafo


Tosca Guglielmi