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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

TEMA ADOÇÃO: A dor de uma espera. Uma gestação de 2 anos! por Tosca Guglielmi



Hoje vou compartilhar minha gestação de 2 anos. Sim, isto mesmo. Uma gestação de 2 anos.

Com 29 anos eu fui diagnosticada com endometriose e lá começou meu tratamento.
Eu sou uma pessoa objetiva e desde o começo perguntei para o meu médico se não era melhor já tirar os ovários e útero. Ele disse que eu era muito nova ainda e tinha acabado de me casar e isto estava fora de cogitação.
Sempre o meu ginecologista me perguntava se eu não queria engravidar. Mas achei melhor naquele momento em não engravidar e seguir em diante ao tratamento.
Sempre pensei em adotar uma criança e também ser mãe, mas fui deixando para trás este desejo por trabalhar demais.
Então, chegou o fim de um casamento de 7 anos e  fui tocando minha vida. Minha família sempre me falava que era para eu ter uma companhia e adotar uma criança. Mas meu sonho era ter um casamento, casa, cachorro e filhos.
Quando eu tinha 44 anos tive que fazer uma “ooferectomia bilateral” isto é, retirada dos ovários.
Logo depois conheci meu marido. Ele com 3 filhas já grandes e me apoiou muito na adoção.
Fui atrás de toda documentação para ir conseguir  do meu desejo de ser mãe.
Fizemos curso, preparamos todos os documentos, pesquisei muito sobre adoção e.... aguardamos até hoje.
Fomos autorizados a adotar criança de 5 anos, pois, com 48 anos atualmente eu e meu marido com 51 somos autorizados para somente uma criança com acima desta idade. Trata-se de  “ adoção tardia”, significa que é para criança acima de 5 anos. Mas para mim tudo bem pois, não queria mesmo um bebê.
O que temos de resposta até o momento? Entro em contato com a Vara da Infância, não consigo falar com uma Assistente Social, não temos contato mais próximo com nenhuma assistente! Então logo após que eu escrevi este post resolvi novamente ligar e até que enfim por insistência minha consegui falar com um  “ Assistente Social” e sempre com respostas muito vazias. Ele me informou que todo ano eu devo entrar em contato com o Cartório da Vara para deixar escrito que ainda quero adotar uma criança.
O que sinto sobre isto? Indignação por parte das autoridades competentes.
Muitas vezes me sinto frustrada. Mas tento me acalmar... sei que os planos de Deus são os melhores para mim e tenho que aceitar! Fizemos nossa parte! Se vai acontecer a adoção ou não .... só Deus sabe! Só Ele nos dará a resposta, mas nunca me esqueço que Deus usou uma profeta para falar que ela via uma criança em nosso caminho! Então....como a minha fé é inabalável... eu creio na minha promessa!
por Tosca Guglielmi

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

TEMA ADOÇÃO: CRISTINA MEL PARTICIPA DO PROGRAMA ‘ENCONTRO COM FÁTIMA BERNARDES’ 22.08.2012



A cantora gospel Cristina Mel participou nesta segunda feira (21) do programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’ da Rede Globo. Cristina falou sobre a importância da adoção e deu seu exemplo, já que é mãe adotiva.
Na ocasião, ela também prestou homenagem à diretora do Educandário Romão Duarte, Luciana Calaça, que a ajudou no processo de adoção.
“É muito importante falarmos deste assunto. Os abrigos estão cheios de crianças que só querem um lar, uma família. A adoção é um gesto de amor ao próximo. Minha vida mudou depois da chegada de minha filha. Ela é um presente de Deus”, disse a cantora.
Em seu depoimento Cristina Mel afirmou que já tinha até uma canção escrita para a filha Isabella antes mesmo de conhecê-la. A cantora também conta como adotou Isabella, que na época tinha apenas três meses.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Adoção: o amor que ensina a cuidar - por Tosca Guglielmi



Dando continuidade á série de reportagens preparadas em homenagem ao Dia dos Pais, o portal mais.al conta a história do médico Cláudio Soriano, um pediatra que fez da sua profissão, um exemplo de amor paterno ao adotar duas crianças, que haviam precisado de seus cuidados, por ocasião de problemas de saúde.

Soriano, que exerce a profissão já há 26 anos fez questão de dizer que o exemplo da adoção é muito latente na sua família, com diversos casos de parentes que agregaram aos seus ramos familiares crianças vindas de outras origens.
“Eu sempre convivi com casos de adoção na minha família e sempre achei esse fato louvável e pude ver, desde muito tempo, que o amor entre pessoas não se restringe a um núcleo familiar”, afirmou o médico.
Cláudio Soriano explicou, em detalhes o processo de adoção de seus dois filhos, uma menina de sete anos e um menino de seis e enfatizou o quanto a dedicação à sua profissão ajudou no processo de empatia para com as duas crianças.
O primeiro caso de destaque diz respeito a menina, que havia sido deixada em uma maternidade na qual Cláudio Soriano clinicava. Por coincidência, a, então paciente, ficou aos cuidados do médico, que começou a criar um vínculo com a criança.
Cientes do seu desejo em adotar uma criança, alguns colegas do pediatra começaram a incentivá-lo a efetivar sua inscrição no processo legal de adoção. Soriano, junto com sua esposa ratificou na Justiça seu interesse em ter como filho, uma criança de outra família.
Então, conforme o relato do médico, o destino se encarregou de dar uma ajuda para que a menina pudesse ser adotada em definitivo por ele e sua esposa, mas aqui, há que se fazer uma ressalva, conforme Cláudio Soriano.
“Quando surgiu a possibilidade de adotar a menina, havia 17 casais na nossa frente na fila de espera, mas todos desistiram e, felizmente ela veio para os nossos braços. Foi um verdadeiro presente, mas eu quero fazer uma ressalva. Nós só conseguimos a guarda porque os demais concorrentes, ao saberem que a criança tinha um problema de saúde e precisava de uma maior atenção abriram mão dela. Graças a Deus ela está bem e é muito amada pela nossa família”, afirmou Soriano.
O médico continuou falando sobre os processos de adoção e explicou que no Brasil, hoje existem mais de 28 mil casais aptos a ficar com a guarda de crianças e que, em ãmbito nacional, cerca de cinco mil menores estão livres para serem encaminhados a outras famílias e ele explicou o porquê desta equação não ter uma solução definitiva.
 
O médico conta história da adoção de seus dois filhos (Foto: Eduardo Leite/Estagiário/O Jornal)
“Existe um número de casais muito grande que diz querer adotar uma criança e existe uma quantidade de meninos e meninas muito inferior, que já pode ser introduzidos em outros ambientes familiares. O problema é que estes postulantes a pais adotivos selecionam muito as crianças. Hoje, os casais querem, ou priorizam crianças recém nascidas, do sexo feminino e de cor branca, o que restringe muito as possibilidades de adoção, tendo em vista que a maior parte desses menores já possui uma certa idade e são de cor negra. No caso específico da minha filha surge outro agravante, a questão do problema de saúde, que também pesou nessa balança, uma vez que ela atendia á todas essas características que eu citei”, explicou o pediatra.
Já com a guarda da menina, Cláudio Soriano e sua esposa iniciaram um trabalho voluntário na Casa de Adoção Rubens Colaço, em Maceió. O que eles não esperavam é que, com essa iniciativa louvável eles iriam encontram motivos para viabilizar uma nova adoção.
O médico disse que começou a trabalhar na instituição como voluntário, quando percebeu que a entidade passava por diversos problemas, principalmente do ponto de vista da saúde das crianças que são mantidas albergadas naquele local.
“Nós vivenciamos muitas situações difíceis na Rubens Colaço, inclusive com surto de doenças nas crianças. Trabalhamos para conseguir mais voluntários, inclusive médicos, para que eles nos ajudassem a mudar aquele quadro preocupante.. A iniciativa deu frutos, até que surgiu a necessidade de cuidar de uma criança especificamente, um menino, que nos cativou de forma especial”, afirmou.
Cláudio Soriano começou a cuidar de um menino que tinha cerca de dois anos. Ele tinha sido gerado em condições inadequadas, inclusive pela ingestão abusiva de álcool por parte de sua mãe biológica e que, por isso, precisava de cuidados especiais.
“O menino tinha sofrido muito e por conta dos problemas na gestação, ele não conseguia ter um metabolismo correto e tudo o que ele ingeria não era processado corretamente e além disso tinha alguns problemas de pele, que ensejavam cuidados muito especiais”, disse o pediatra.
O médico disse que intensificou os cuidados para com o garoto e começou a passar mais tempo com ele. O menino começou a ir a casa do médico para poder tratar-se dos problemas de saúde, o que gerou um apego muito grande.
“Nós começamos a ficar com ele aos finais de semana e durante alguns dias úteis, para poder cuidar melhor dos seus problemas e fomos nos apegando, nós passamos a ter a responsabilidade legal em sanar as enfermidades. Só que o apego ia aumentando, tanto por parte do menino, quanto da nossa parte. A nossa filha, que é quase da mesma idade dele, começou a pedir que o garoto não fosse embora e a minha esposa também estava cada vez mais ligada a criança. Então resolvemos formalizar a vontade de adotá-lo, obtivemos êxito e o menino já está completamente inserido em nossa família”, afirmou Soriano.
Outro detalhe explicitado pelo médico diz respeito a conscientização das crianças sobre suas origens, mas com uma ressalva o processo não pode ser tão direto, para evitar algum tipo de trauma.
Ele explicou que já iniciou esse processo de esclarecimento junto ás crianças e contou ainda uma situação em que as crianças estiveram inseridas, no que diz respeito a curiosidade de terceiros sobre a paternidade, ou não dos menores.
“Eu já expliquei até mesmo com o exemplo do Bambam, que é filho do Barney, do desenho dos Flintstones, que é adotivo, para mostrar que o amor não tem distinção. Eu falei com eles que existem famílias que são o pai, a mãe e os filhos, tem famílias, que só possuem o pai, ou mesmo só a mãe, ou ainda dois pais e até duas mães, mas que todos se amam da mesma forma. Nós passamos por uma situação inusitada. O menino ele é moreninho e difere dos demais membros da família. Em uma oportunidade perguntaram a minha esposa se ele era mesmo nosso filho. Minha esposa retrucou e disse que sim. Então ele a questionou o porquê de ela ter ficado chateada com a pergunta. Minha mulher disse a ele que não gostava desse tipo de pergunta e afirmou que ele era nosso filho, independente de qualquer coisa. Tempos depois, em uma loja de brinquedos, a vendedora fez a mesma pergunta a minha esposa e antes que ela respondesse, ele mesmo interveio e disse 9ª minha mãe não gosta que perguntem isso a ela)”, relembrou o médico.
Por fim, o médico se disse plenamente realizado, enquanto pai adotivo e foi enfático em dizer que o processo de adoção não é simples, exigindo uma doação irrestrita à criança, que de alguma forma precisa de cuidados especiais.
Cláudio Soriano fez questão de dizer ainda que, quem se dispuser a formalizar seu interesse em adotar uma criança deve ter consciência do tamanho do seu gesto e que esse passo deve ser levado até às últimas instâncias.
“Eu hoje não me vejo sem meus filhos. Tenho a certeza de que os amo, tantou, ou mais até do que se eles fossem meus, do ponto de vista biológicos, Pelo bem deles eu me disponho a dar o meu máximo. Se alguém quiser adotar uma criança, formalize o processo e se doe a esse novo integrante de sua família. Essas crianças precisam de cuidados especiais e, em alguns casos, ou melhor em boa parte dos casos, elas sofreram algum tipo de violência, tanto física, sexual, ou até mesmo o abandono e que por isso merecem uma atenção especial. Se existissem condições, os lares de adoção não deveriam existir. As pessoas deveriam abrir seus corações e seus lares e se disponibilizarem a receber essas bênçãos, assim como eu fiz”, afirmou
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Adoção Tardia - Como começar? por Tosca Giglielmi

Oi Pessoal! 
Semana passada eu comentei que eu e meu marido já estamos autorizados para adotar uma criança acima de 5 anos. 
Muita gente tem interesse em adotar ou conhece alguém que quer também adotar.
Então segue esta matéria que achei super interessante.

Tosca Guglielmi

Se hoje eu e meu marido decidirmos que vamos adotar uma criança, por onde devemos começar? Qual é o passo a passo legal no Brasil?
A primeira coisa a ser feita é procurar a vara da infância e juventude da cidade de residência dos adotantes. Lá o setor de adoção dará todas as informações necessárias para iniciar o “processo de habilitação para adoção”. Primeiro será dito que sejam levados todos os documentos necessários para dar entrada no pedido. Com os documentos reunidos, será marcada a entrevista social, depois chamarão para a avaliação psicológica, receberão uma visita domiciliar da assitente social e, terminada essa parte, que não tem tempo determinado e nem número de encontros para avalições e nem visitas, o processo será enviado para o Ministéroios Público e o Juiz, para que eles dêem seus pareceres favoráveis ou não ao pleito, que deve ser fundamentado no motivo legítivo do desejo de se ter um filho.

leia mais aqui: http://www.mamatraca.com.br/?id=322

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domingo, 5 de agosto de 2012

Adoção Tardia: Quando a Vida Em Família Fica Ainda Melhor

Hoje com 48 anos de idade aguardo minha filha que virá por meio de adoção!
Somos pretendentes a adoção Tardia - Isto é: crianças acima de 5 anos de idade.
Entao a partir de agora vamos acompanhar este assunto tão importante e impactante para mim. 

Tosca Guglielmi
Notícias, fatos, comentários e curiosidades sobre a Adoção você vai encontrar aqui:

“Quando olhei para o Silvano tive uma emoção, comecei a suar frio, a chorar. Até hoje, não consigo entender o que foi aquilo”. Essa foi a reação da empresária Olívia Marchi, 52 anos, ao ver, pela primeira vez, Silvano, o filho adotivo. O menino de 11 anos arrebatou o coração da blumenauense que não vislumbrou outra possibilidade a não ser trazê-lo para sua família.
Olívia e o esposo, Mauro, 53, adotaram Silvano em agosto do ano passado, com o apoio das duas filhas biológicas: Elisa, 26, e Ana Júlia, 24. O menino já havia sido adotado por outra família, mas não se adaptou. Voltou para o abrigo onde vivia, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Lá, em junho de 2011, encontrou Olivia, que tinha sido convidada por uma amiga de Florianópolis para conhecer a instituição.
“Eu sempre tive planos de ter três filhos, mas tive câncer de útero e não pude mais engravidar. Soube da Campanha Adoção – Laços de Amor, e me chamou atenção a adoção tardia. Eu tinha vontade de adotar, mas a gente nunca sabe como proceder. Quando fui ao abrigo com minha amiga e vi que existe a possibilidade de conhecer uma criança, principalmente mais velha, que podemos adotar, encontrei um caminho”, relata Olívia. Ao voltar para casa, em Blumenau, a empresária não conseguia parar de pensar no menino. “Minha amiga conversava comigo durante o caminho e eu não respondia, porque nem escutava o que ela falava. Cheguei em casa e contei para o meu marido. A emoção voltou e comecei a chorar novamente. Foi amor à primeira vista”, confessa.

A REAÇÃO DA FAMÍLIA
Mauro, também empresário, sensibilizou-se com a emoção da esposa e a aconselhou a voltar à Casa Lar na companhia das filhas para que elas conhecessem o garoto. Algumas semanas depois, foi a vez dele conhecer Silvano e se apaixonar. Na ocasião, Olívia antecipou-se e foi à visita munida de todos os documentos necessários para a adoção. “Eu já estava decidida a adotar. Liguei para o Fórum e me informei sobre os procedimentos. Estava com os documentos necessários para a adoção, mas ele não estava destituído da guarda. Tinha sido adotado por outra família e fugiu”. Nada seria empecilho para a determinada Olívia. Ela logo contratou um advogado, entrou com o processo de guarda e de adoção, e teve consentimento para levá-lo aos fins de semana e nas férias de julho. “Foi a melhor e a pior coisa que já fiz a de trazê-lo para passar férias sem ter sua guarda. Quando tive que levá-lo de volta, parecia que estavam arrancando um pedaço de mim. Acho que meu desespero levou à agilização do processo e, em agosto, ele já estava morando conosco”, conta a mãe.

TEMORES COM A ADOÇÃO TARDIA
Uma das preocupações de Ana Júlia, até então a caçula, era que os pais não tivessem pique para acompanhar o crescimento do menino, que ainda vai viver a adolescência. “Alertei para o fato de eu e Elisa já estarmos adultas. Estou casada e eles teriam que passar, novamente, depois de algum tempo, pelas fases por que nós duas já passamos. Apontei que eles precisariam ter pique, como acordar no meio da madrugada para buscá-lo em uma festa”. Mas Olívia e Mauro demonstram estar com energia de sobra para passeios, viagens, cinema, para os jogos do Metropolitano (time blumenauense), do Avaí (time do coração de Silvano) e do Fluminense (time do pai) nos estádios, além da atenção às lições de casa. O boletim escolar de Silvano, aliás, é exemplar. A nota mais alta é na disciplina Alemão. Para Mauro, a experiência está sendo maravilhosa. Poder fazer alguns programas de menino, que não teve a oportunidade de fazer com as filhas mulheres, é compensador. “Talvez não tivéssemos tanta energia se ele ainda fosse bebê. Ainda estamos em forma, mas um bebê exigiria mais esforço”. A rotina da casa e da família mudou e para melhor. Silvano ganhou um quarto, roupas, brinquedos e viagens, mas o mais importante foi a atenção e a oportunidade de trocar sentimentos positivos que o farão evoluir como ser humano. Educação, respeito, cuidado, carinho e amor não faltam para ele. Hoje, só tem um desejo: “Eu queria que outras crianças tivessem a oportunidade que eu tive”.

SAIBA MAIS   
A Campanha “Adoção – Laços de Amor” é uma parceria entre a Assembleia Legislativa, o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil e o Tribunal de Justiça. O objetivo é estimular a adoção tardia, múltipla (grupos de irmãos) e também de crianças deficientes. A sensibilização ocorre por meio da divulgação de histórias reais, com o objetivo de reduzir o número de crianças e adolescentes acolhidos em instituições do Estado. Para isso, Poder Judiciário e Ministério Público estaduais estão engajados para garantir maior agilidade nos processos. Mais informações no site www.portaldaadocao.com.br. (Michelle Dias)
 
Amor de irmãos “Eu não sabia como era ser irmã mais velha e estou adorando. É muito divertido. Está sendo maravilhoso para mim e para a Elisa. Acho que meus pais estão curtindo o Silvano, hoje, muito mais do que eles se permitiram aproveitar comigo e com minha irmã. Agora eles têm uma situação financeira e de vida mais estabilizada. Isso é bom para todos. A vinda dele reacendeu a alegria da família toda”. Ana Júlia Marchi Monteiro
 
“A experiência de ter um irmão menor é maravilhosa. Desde que ele chegou, foi muito natural. Não conseguimos mais imaginar a casa sem ele. Foi como se sempre tivesse feito parte da família. Ele tem uma personalidade forte e isso é legal. Nós estamos nos adaptando à personalidade dele e ajudando em sua formação. Hoje estamos muito mais felizes. Como minha mãe fala, parece que faltava algo para a família estar completa. Hoje está. Todos somos muito apaixonados por ele e o mimamos muito. Não existe ciúme. Ele é incrível”. Elisa Marchi
http://www.portaladocao.com.br/2012/08/adocao-tardia-quando-a-vida-em-familia-fica-ainda-melhor/