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sexta-feira, 12 de abril de 2013

O arroz é um alimento tão versátil que fica bem até para fazer recheios.





O arroz é um alimento tão versátil que fica bem até para fazer recheios. 
Nesta versão, combinado com provolone, ele vira um ótimo recheio para cebolas.

Cebola recheada com arroz
Ingredientes:
4 cebolas grandes
Sal a gosto
1 folha de louro
80g de queijo provolone cortado em cubos pequenos
1 xícara (chá) de arroz Tio João cozido
Pimenta a gosto
Salsa picada a gosto
4 fatias de bacon
Azeite a gosto

Modo de preparo:
Descasque as cebolas e cozinhe em água com o sal e a folha de louro durante cinco minutos após levantar fervura. Escorra, deixe esfriar um pouco e retire o miolo, deixando 1 cm de borda. Pique bem o miolo da cebola, misture o queijo provolone, o arroz e tempere com a pimenta e a salsa. Reserve. Estenda as fatias de bacon, ponha uma cebola sobre cada uma e ponha as pontas dentro da cebola. Recheie-as e acomode em uma assadeira untada e regue com o azeite. Leve para assar durante 20 minutos ou até dourar.

Dica: Quando escolher as cebolas no supermercado, opte pelas maiores, firmes e secas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

TEMA ADOÇÃO: A dor de uma espera. Uma gestação de 2 anos! por Tosca Guglielmi



Hoje vou compartilhar minha gestação de 2 anos. Sim, isto mesmo. Uma gestação de 2 anos.

Com 29 anos eu fui diagnosticada com endometriose e lá começou meu tratamento.
Eu sou uma pessoa objetiva e desde o começo perguntei para o meu médico se não era melhor já tirar os ovários e útero. Ele disse que eu era muito nova ainda e tinha acabado de me casar e isto estava fora de cogitação.
Sempre o meu ginecologista me perguntava se eu não queria engravidar. Mas achei melhor naquele momento em não engravidar e seguir em diante ao tratamento.
Sempre pensei em adotar uma criança e também ser mãe, mas fui deixando para trás este desejo por trabalhar demais.
Então, chegou o fim de um casamento de 7 anos e  fui tocando minha vida. Minha família sempre me falava que era para eu ter uma companhia e adotar uma criança. Mas meu sonho era ter um casamento, casa, cachorro e filhos.
Quando eu tinha 44 anos tive que fazer uma “ooferectomia bilateral” isto é, retirada dos ovários.
Logo depois conheci meu marido. Ele com 3 filhas já grandes e me apoiou muito na adoção.
Fui atrás de toda documentação para ir conseguir  do meu desejo de ser mãe.
Fizemos curso, preparamos todos os documentos, pesquisei muito sobre adoção e.... aguardamos até hoje.
Fomos autorizados a adotar criança de 5 anos, pois, com 48 anos atualmente eu e meu marido com 51 somos autorizados para somente uma criança com acima desta idade. Trata-se de  “ adoção tardia”, significa que é para criança acima de 5 anos. Mas para mim tudo bem pois, não queria mesmo um bebê.
O que temos de resposta até o momento? Entro em contato com a Vara da Infância, não consigo falar com uma Assistente Social, não temos contato mais próximo com nenhuma assistente! Então logo após que eu escrevi este post resolvi novamente ligar e até que enfim por insistência minha consegui falar com um  “ Assistente Social” e sempre com respostas muito vazias. Ele me informou que todo ano eu devo entrar em contato com o Cartório da Vara para deixar escrito que ainda quero adotar uma criança.
O que sinto sobre isto? Indignação por parte das autoridades competentes.
Muitas vezes me sinto frustrada. Mas tento me acalmar... sei que os planos de Deus são os melhores para mim e tenho que aceitar! Fizemos nossa parte! Se vai acontecer a adoção ou não .... só Deus sabe! Só Ele nos dará a resposta, mas nunca me esqueço que Deus usou uma profeta para falar que ela via uma criança em nosso caminho! Então....como a minha fé é inabalável... eu creio na minha promessa!
por Tosca Guglielmi

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Moda Candy Colors chega aos pés - por Tosca Guglielmi


A moda das Candy Colors têm a elegância das décadas de 50 e 60. São cores, sim. Mas, discretas. Cores que se sentam juntas para tomar um chá, sem levantar o tom de voz. 
Que marcam presença justamente por sua notável discrição. 
E se você imagina que o resultado possa chegar perto do infantil, errou. 
O segredo das candy colors é sua aplicação em peças minimalistas e de cortes mais clássicos. 
Nada de babados ou frufrus. 
Esta cor você poderá encontrar em peças como vestidos sóbrios, scarpins, bolsas, óculos, batom, saias, blusinhas e também nos chinelos havaianas simples ou customizados. 
Vejam as fotos:


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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Adoção Tardia - Como começar? por Tosca Giglielmi

Oi Pessoal! 
Semana passada eu comentei que eu e meu marido já estamos autorizados para adotar uma criança acima de 5 anos. 
Muita gente tem interesse em adotar ou conhece alguém que quer também adotar.
Então segue esta matéria que achei super interessante.

Tosca Guglielmi

Se hoje eu e meu marido decidirmos que vamos adotar uma criança, por onde devemos começar? Qual é o passo a passo legal no Brasil?
A primeira coisa a ser feita é procurar a vara da infância e juventude da cidade de residência dos adotantes. Lá o setor de adoção dará todas as informações necessárias para iniciar o “processo de habilitação para adoção”. Primeiro será dito que sejam levados todos os documentos necessários para dar entrada no pedido. Com os documentos reunidos, será marcada a entrevista social, depois chamarão para a avaliação psicológica, receberão uma visita domiciliar da assitente social e, terminada essa parte, que não tem tempo determinado e nem número de encontros para avalições e nem visitas, o processo será enviado para o Ministéroios Público e o Juiz, para que eles dêem seus pareceres favoráveis ou não ao pleito, que deve ser fundamentado no motivo legítivo do desejo de se ter um filho.

leia mais aqui: http://www.mamatraca.com.br/?id=322

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Feliz Dia dos Pais - por Tosca Guglielmi





Dia 12 de Agosto  comemoramos o Dia dos Pais.
Sou muito feliz pois tenho 2 pais: Jesus e meu Pai que me criou que chama-se Pedro.
Agradeço a Jesus pois foi ele que me tirou das trevas e me deu uma vida eterna!
Agradeço ao meu pai de sangue pois, é ele que me criou com muito amor e respeito.
É ele que enxugou muito minhas lágrimas quando eu estava angustiada.
É ele que me mostrou o que é errado e o que é certo.
É ele que sempre me aconselhou mesmo muitas vezes eu fazendo do meu jeito e “ batendo” a cara!
É ele que me ama e me respeita em tudo!
É ele que sempre está presente em minha vida.
É ele que nunca me abandonou mesmo quando eu estava errada.
Obrigada por tudo meu pai pois,  sei que o Senhor me ama muito e eu também!


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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Profissão: Guerreira, Estudante de Engenharia de Agronomia e Musicista - por Tosca Guglielmi


Olá pessoal!
Este é o nosso primeiro post sobre Profissão: Guerreira
Vocês vão conhecer um pouquinho desta “menina mulher” que entrou em minha vida a pouco mais de 30 dias. 
Foi Deus quem me deu esta preciosa!
Vamos conhecê-la?
Suelen Cristina Soares, 20 anos, estudante.

Desde muito pequena sempre estive envolvida com a igreja, e isso fez com que eu fosse levada a decidir por fazer coisas que somente foram bênçãos em minha vida.

Aos 6 anos comecei a estudar música, já que sempre demonstrei interesse pela área. Comecei estudando flauta doce com uma professora da igreja. Mais tarde comecei a participar do coral infantil também na igreja. 

Aos 12 anos tive minhas primeiras aulas de piano e teclado com a mãe de uma amiga. Com isso me senti motivada a começar outras coisas, como por exemplo, estudar técnica vocal e regência, e então os fiz. Um ano depois comecei a participar das atividades do coral e do ministério de louvor e adoração da igreja que participo. Com 15 anos resolvi passar à diante meus conhecimentos sobre a música e comecei a dar aulas para crianças a partir de 8 anos da igreja e de fora. Daí em diante não parei mais e aos 16 anos assumi a coordenação de toda a parte instrumental do ministério de louvor. A partir desta época, comecei a deixar um pouco de lado os estudos da música e a me dedicar mais aos estudos escolares (estava no ensino médio), pois julguei que era muito importante, afinal era nessa fase que precisava decidir parte do meu futuro, a carreira que seguiria. É claro que sofri muita pressão, principalmente de minha família, para que seguisse carreira na área da música... Acho que pode imaginar por que, mas não era o que eu sentia que Deus queria para mim. Aos 17 anos, então, escolhi.

Decidi que queria ser Engenheira Agrônoma. É claro que muitas pessoas me questionaram, ninguém entendia o porquê da minha decisão, e o que me levou a essa escolha. Parecia estanho para as pessoas que ao invés da música, com a qual eu estava sempre envolvida, eu optasse por seguir uma profissão com a qual eu nunca tive contato, mas tudo estava muito claro em minha mente. Queria de fato cuidar daquilo que Deus nos deu para cuidar, afinal a agricultura teve seu início no Éden, visto que Adão, depois de ser criado por Deus, foi colocado no jardim “para que o cultivasse e tomasse conta dele” (Gên. 2:5, 15). Apesar da minha decisão e convicção havia um problema, minha família não tinha dinheiro para que eu estudasse em uma Universidade particular e nem dinheiro para que eu fizesse um cursinho ou coisa do tipo. 
Fiquei muito triste e não sabia como agir, então resolvi entregar esse problema nas mãos do Senhor, pois sabia que independente de qual fosse a vontade Dele, com certeza seria o melhor para mim. Foi aí que Deus abriu uma porta para que eu conseguisse uma bolsa de estudos para pré-vestibular em uma escola da cidade. Então percebi que a vontade de Deus era que eu seguisse com meu projeto. Segui firme em minha idéia, estudando muito para honrar o que Deus tinha me proporcionado e assim, com a graça e misericórdia Dele passei no vestibular para o curso de Engenharia Agronômica na Universidade Federal do Paraná. Atualmente foquei meus estudos na parte de Anatomia animal e já estou trabalhando na área. Sinto-me muito feliz, pois realizando meu trabalho vejo que somente Deus poderia ter criado tudo com um encaixe tão perfeito!
No mais continuo meus trabalhos na igreja e já faz 1 ano que fui consagrada como líder do ministério de louvor a adoração da igreja. Não existe honra maior que servir a Deus e foi por isso que neste ano, decidi colocar o trabalho na obra do Senhor em 1° lugar. Tive o privilégio de poder trabalhar com missões e foi uma experiência maravilhosa. Não deixei de estudar, nem ficar com a família, nem mesmo os amigos e namorado, apenas decidi entregar TUDO, absolutamente TUDO nas mãos do Senhor, para que seja onde for e como for, minha vida seja instrumento em Suas mãos. Existe uma canção chamada Entrega (do grupo Vineyard), e fiz dela minha música tema. Segue o Link e espero que goste:

Minha vida não é perfeita, tenho muitos problemas, dificuldades e lutas muito grandes, mas a palavra do Senhor diz: "Entrega teu caminho ao Senhor, e o mais Ele fará" (Salmo 37:5). 

Se você tem lutas e dificuldades, e eu tenho certeza que tem, e está se preocupando em como fará para prosseguir, entregue sua vida, problemas e objetivos a Deus e tenho certeza de que assim como Ele me Tem me dado vitórias a você também dará.


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domingo, 5 de agosto de 2012

Adoção Tardia: Quando a Vida Em Família Fica Ainda Melhor

Hoje com 48 anos de idade aguardo minha filha que virá por meio de adoção!
Somos pretendentes a adoção Tardia - Isto é: crianças acima de 5 anos de idade.
Entao a partir de agora vamos acompanhar este assunto tão importante e impactante para mim. 

Tosca Guglielmi
Notícias, fatos, comentários e curiosidades sobre a Adoção você vai encontrar aqui:

“Quando olhei para o Silvano tive uma emoção, comecei a suar frio, a chorar. Até hoje, não consigo entender o que foi aquilo”. Essa foi a reação da empresária Olívia Marchi, 52 anos, ao ver, pela primeira vez, Silvano, o filho adotivo. O menino de 11 anos arrebatou o coração da blumenauense que não vislumbrou outra possibilidade a não ser trazê-lo para sua família.
Olívia e o esposo, Mauro, 53, adotaram Silvano em agosto do ano passado, com o apoio das duas filhas biológicas: Elisa, 26, e Ana Júlia, 24. O menino já havia sido adotado por outra família, mas não se adaptou. Voltou para o abrigo onde vivia, em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Lá, em junho de 2011, encontrou Olivia, que tinha sido convidada por uma amiga de Florianópolis para conhecer a instituição.
“Eu sempre tive planos de ter três filhos, mas tive câncer de útero e não pude mais engravidar. Soube da Campanha Adoção – Laços de Amor, e me chamou atenção a adoção tardia. Eu tinha vontade de adotar, mas a gente nunca sabe como proceder. Quando fui ao abrigo com minha amiga e vi que existe a possibilidade de conhecer uma criança, principalmente mais velha, que podemos adotar, encontrei um caminho”, relata Olívia. Ao voltar para casa, em Blumenau, a empresária não conseguia parar de pensar no menino. “Minha amiga conversava comigo durante o caminho e eu não respondia, porque nem escutava o que ela falava. Cheguei em casa e contei para o meu marido. A emoção voltou e comecei a chorar novamente. Foi amor à primeira vista”, confessa.

A REAÇÃO DA FAMÍLIA
Mauro, também empresário, sensibilizou-se com a emoção da esposa e a aconselhou a voltar à Casa Lar na companhia das filhas para que elas conhecessem o garoto. Algumas semanas depois, foi a vez dele conhecer Silvano e se apaixonar. Na ocasião, Olívia antecipou-se e foi à visita munida de todos os documentos necessários para a adoção. “Eu já estava decidida a adotar. Liguei para o Fórum e me informei sobre os procedimentos. Estava com os documentos necessários para a adoção, mas ele não estava destituído da guarda. Tinha sido adotado por outra família e fugiu”. Nada seria empecilho para a determinada Olívia. Ela logo contratou um advogado, entrou com o processo de guarda e de adoção, e teve consentimento para levá-lo aos fins de semana e nas férias de julho. “Foi a melhor e a pior coisa que já fiz a de trazê-lo para passar férias sem ter sua guarda. Quando tive que levá-lo de volta, parecia que estavam arrancando um pedaço de mim. Acho que meu desespero levou à agilização do processo e, em agosto, ele já estava morando conosco”, conta a mãe.

TEMORES COM A ADOÇÃO TARDIA
Uma das preocupações de Ana Júlia, até então a caçula, era que os pais não tivessem pique para acompanhar o crescimento do menino, que ainda vai viver a adolescência. “Alertei para o fato de eu e Elisa já estarmos adultas. Estou casada e eles teriam que passar, novamente, depois de algum tempo, pelas fases por que nós duas já passamos. Apontei que eles precisariam ter pique, como acordar no meio da madrugada para buscá-lo em uma festa”. Mas Olívia e Mauro demonstram estar com energia de sobra para passeios, viagens, cinema, para os jogos do Metropolitano (time blumenauense), do Avaí (time do coração de Silvano) e do Fluminense (time do pai) nos estádios, além da atenção às lições de casa. O boletim escolar de Silvano, aliás, é exemplar. A nota mais alta é na disciplina Alemão. Para Mauro, a experiência está sendo maravilhosa. Poder fazer alguns programas de menino, que não teve a oportunidade de fazer com as filhas mulheres, é compensador. “Talvez não tivéssemos tanta energia se ele ainda fosse bebê. Ainda estamos em forma, mas um bebê exigiria mais esforço”. A rotina da casa e da família mudou e para melhor. Silvano ganhou um quarto, roupas, brinquedos e viagens, mas o mais importante foi a atenção e a oportunidade de trocar sentimentos positivos que o farão evoluir como ser humano. Educação, respeito, cuidado, carinho e amor não faltam para ele. Hoje, só tem um desejo: “Eu queria que outras crianças tivessem a oportunidade que eu tive”.

SAIBA MAIS   
A Campanha “Adoção – Laços de Amor” é uma parceria entre a Assembleia Legislativa, o Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil e o Tribunal de Justiça. O objetivo é estimular a adoção tardia, múltipla (grupos de irmãos) e também de crianças deficientes. A sensibilização ocorre por meio da divulgação de histórias reais, com o objetivo de reduzir o número de crianças e adolescentes acolhidos em instituições do Estado. Para isso, Poder Judiciário e Ministério Público estaduais estão engajados para garantir maior agilidade nos processos. Mais informações no site www.portaldaadocao.com.br. (Michelle Dias)
 
Amor de irmãos “Eu não sabia como era ser irmã mais velha e estou adorando. É muito divertido. Está sendo maravilhoso para mim e para a Elisa. Acho que meus pais estão curtindo o Silvano, hoje, muito mais do que eles se permitiram aproveitar comigo e com minha irmã. Agora eles têm uma situação financeira e de vida mais estabilizada. Isso é bom para todos. A vinda dele reacendeu a alegria da família toda”. Ana Júlia Marchi Monteiro
 
“A experiência de ter um irmão menor é maravilhosa. Desde que ele chegou, foi muito natural. Não conseguimos mais imaginar a casa sem ele. Foi como se sempre tivesse feito parte da família. Ele tem uma personalidade forte e isso é legal. Nós estamos nos adaptando à personalidade dele e ajudando em sua formação. Hoje estamos muito mais felizes. Como minha mãe fala, parece que faltava algo para a família estar completa. Hoje está. Todos somos muito apaixonados por ele e o mimamos muito. Não existe ciúme. Ele é incrível”. Elisa Marchi
http://www.portaladocao.com.br/2012/08/adocao-tardia-quando-a-vida-em-familia-fica-ainda-melhor/